FRIEZA, CALMARIA,...

Se o sol perpassa a fresta das telhas caboclas e toca-me, suavemente, bem à testa, nesta manhã de domingo, levanto-me, preguiçoso, arrastando-me neste gozo matutino de estar perto de minha amada, sentir a doce quentura que ela tem, em contraste à frieza, presente da natureza, do orvalho que caíra. E, ao quintal, bem de fundo, um rouxinol rodado de meio mundo, enfeita o pé de acerola, pula, voa, cantarola,... animando o privilegiado expectador... Difusa atenção... De antemão, largo-me com pouca destreza, e vou curtindo a calmaria, que compõe o começo desse dia. Nada mais, ... não precisa!

(Com a colaboração editorial de João Teles)

Comentários

Postagens mais visitadas