O CÉU CHORA E O NORDESTINO AGRADECE

"Aquele vento forte juntamente com as nuvens negras está a anunciar. Que o caboclo coreauense deve rapidamente se abrigar.

As lágrimas começam a cair, podem ser fortes ou fracas, depende muito do sentimento que a natureza naquele momento está a sentir.

Chora, chora! Chora sem parar, diz o nordestino sem dó nem piedade da natureza 'infeliz'.

Ao tocar a água que cai da telhado, o agricultor começa a imaginar, quando, como e que semente futuramente irá plantar.

Ao cessar o choro o caboclo fica ao céu a olhar, e os pássaros agradecidos por aquele tão esperado momento começam alegremente a cantar."

(Hélio Costa, no Araquém News)

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Creio firmemente que tal poesia tem inspiração numa aqui ensejada: Ao Céu!

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